OFICINA DE DANÇA E BAILES

palco abados | palco arada | palco carvalhais | palco inatel

Edição 2026 disponível em breve.

Trio da Praia

Um encontro de três mulheres, unidas pelo movimento, música e expressão partilhada.
Isabel Savitri, Larissa Goretkin e Renata Silva levam o Baile de Danças Tradicionais do Mundo, onde cruzam mantras e músicas originais, compostas e interpretadas por Isabel e Larissa, com temas tradicionais.
Cada música encontra a sua dança, adaptada e orientada por Renata, para que todos possam dançar com alegria a diversidade cultural, onde tradição e criação
contemporânea dão as mãos.

Duo Bella Ciao e Diana Azevedo

Através da sonoridade expressiva do violino e do acordeão, o trio composto por Andreia Barão, Fernando Meireles e Diana Azevedo, convidam o público a embarcar numa viagem sem fronteiras pelas tradições musicais da Europa, percorrendo ritmos, melodias e danças que atravessam culturas, épocas e geografias.
Das delicadas mazurcas e valsas, aos pulsantes corridinhos, polkas, tarantelas, jigs, círculos, chulas ou scottishs, chega um verdadeiro baile vivo, dinâmico e interativo, onde a música e a dança se encontram numa experiência partilhada entre artistas e público.
Com Diana Azevedo, formadora de danças tradicionais, o baile ganha uma dimensão ainda mais próxima e inclusiva, convidando o público não apenas a ouvir, mas a participar e dançar. Cada baile distingue-se pela liberdade de improvisação musical, permitindo que os temas respirem, se reinventem e dialoguem com a energia do momento e com a resposta do público.

Trio Kajmak e Diana Anastasopoulou

O trio composto por Balklavalhau [Greta Wardega e Emanuel Diaz]; o guitarrista portuense, João Cardoso, [conhecido como Mau Olhado] e Danai Anastasopoulou, licenciada em danças tradicionais gregas, acompanha as oficinas de dança e os bailes com interpretação de música tradicional dos Balcãs, com ritmos ímpares, explorando as sonoridades da Grécia, Bulgária, Macedônia e Sérvia.

DJ Balskandal

Nasceu em 2016 como um projeto que promove a cultura e música Balcânica, tornando-se numa viagem sonora pelo mundo fora, oferecendo uma deliciosa mistura de línguas, melodias e inspirações do Leste da Europa, Oriente, África do Norte e América Latina, numa deliciosa combinação que garante muita dança.

Gandarva

Pedro Queiroz Martinho, Carolina Costa e Pedro Prata, resgatam sonoridades Celtas da Irlanda e Escócia, navegando também por melodias tradicionais portuguesas, francesas e bretãs. Chegam com o toque místico e introspectivo, numa viagem contagiante pela diversidade cultural.

Associação Dandá – Paulo Monteiro

A Associação Desportiva, Cultural e recreativa Dandá, fundada em 2019 com sede em Matosinhos, tem como principal objetivo a promoção de atividades de índole sociocultural, recreativa e desportiva, colaborando com outras entidades locais no desenvolvimento humano, social, cultural e desportivo da População. Na Associação Dandá, a capoeira é mais do que uma arte; é uma ferramenta de inclusão, que promove a igualdade social, o respeito entre todos e um estilo de vida mais equilibrado. Encaramo-la como uma expressão cultural rica, onde tradição, jogo, luta e música se fundem, criando uma prática completa e envolvente.
Paulo Monteiro – Com mais de 22 anos de experiência de ensino, acredita que a Capoeira e a Cultura Afro-Brasileira são ferramentas de transformação – do corpo, mente e espírito.
Desde Danças Tradicionais Afro – Brasileiras – Ciranda, Caboclinhos, Côco, Maculelê, Frevo ou Puxada de Rede, o palco é de todos!

A Salto à Rua

Faça chuva ou faça sol este trio de música tradicional, sem medo, vai a salto à rua!
Com Gaita-de-foles, Flauta de Tamborileiro, Caixa e Bombo (e outros apetrechos musicais) prometem um serão animado de bailes, assentes em repertório português e não só. Com Gustavo Portela de gaita-de-foles e flauta de tamborileiro em riste, Paulo Magueijo empunhando um maço de bombo e flauta de tamborileiro, Renata Silva a roubar as danças e Rui Aires desferindo golpes na caixa de rufo e pandeireta fica a ameaça de um A Salto à Rua que não deixará pedra sobre pedra.

Alinne Araújo

Com 20 anos de carreira dedicados à música nordestina, ao forró pé de serra e à cultura popular.
Alinne Araújo transforma este baile num encontro de celebração e liberdade onde o público é convidado a aprender e a vivenciar o forró na sua essência: coletiva, afetiva e pulsante. Em cada passo, abraço e giro, os corpos encontram espaço para a expressão com alegria, autenticidade e felicidade, embalados pela força da cultura nordestina e pela energia contagiante do salão.
Cantora, compositora e instrumentista, iniciou a sua carreira artística ainda no grupo Caçuar.
Fundadora da banda Raiz do Norte e integrante da “Comadres”, conquistou reconhecimento em festivais nacionais de forró. Recentemente lançou o EP “Meu Forró Tem Axé”, projeto que une as raízes do forró com a força e a musicalidade baiana.

DJ LG

Luís Manuel Santos Guerra, professor há mais de uma década no ensino de danças tradicionais, garante diversão coletiva com “Country Line Dance”, onde todos, com ou sem experiência, são desafiados a aprender e dançar em sintonia.

O repertório destes bailes sincronizados passa também pelas tradicionais danças europeias mas com foco no divertido espírito Country americano, com muita energia social vibrante!

André Madeira

André Madeira,
volta a encantar com a oficina de danças latinas.

Atleta de competição a nível nacional e internacional que conquistou vários títulos ao longo do seu percurso. Dançarino e coreógrafo finalista do programa de televisão Dança com as Estrelas e Dança Comigo. Participou ainda nos programas “A Tua Cara Não Me é Estranha” (TVI), “The Voice” (RTP), “A Máscara” (SIC), entre outros. A sua carreira também inclui atuações em anúncios comerciais, musicais, videoclips e diversos eventos de grande prestígio, como a cerimónia da Liga dos Campeões, o Baile Vienense organizado pela embaixada da Áustria, o Festival da Eurovisão. Colaborações com empresas de renome como Porsche, Coca Cola, Chanel, Marriott, Santander, Doutor Finanças, entre outras.

GEFAC

Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra, fundado em 1966, assume-se como um pilar fundamental na investigação e preservação do património imaterial português. Mais do que um grupo performativo, o GEFAC é um centro de estudos vivo que transforma o trabalho de campo — a recolha de música, dança e costumes rurais — em formas de expressão contemporâneas e dinâmicas.

A missão deste grupo incide na divulgação da cultura popular portuguesa, enquanto elemento diferenciador e de união, assumindo uma cultura popular que não é estática e que se transporta para lá das nossas fronteiras, como embaixadora da nossa identidade e da vitalidade académica de Coimbra.

Preparem-se para uma fantástica oficina de danças tradicionais portuguesas, com música do repertório de cultura popular portuguesa recolhido e trabalhado pelo GEFAC há seis décadas. Do Minho, a Trás-os-Montes, às Beiras e às ilhas, este grupo leva para o baile, as manifestações da nossa gente.

Baldio

É uma banda composta por Sofia Camacho – voz e
ukulele, baglama (saz) e percussão, Diego Swallow – violino e viola de Arco e Tiago da Neta – voz, percussão, guitarra portuguesa e clássica.

Desde a estreia em Janeiro de 2025 já participou em festivais como Andanças, Bate o pé, Folknova e Dançarão e também conta com concertos no Ball-oween (Teatro da Luz com a Tradballs), Sintra (Sintrafolk), Palmela (Leónia Oliveira), Alcanede, Santarém e Caldas da Rainha.

Sofia e Tiago conheceram-se no contexto do universo de danças Folk, duas pessoas que se aproximam na dança, na música e na vida com uma vontade de partilhar o que os une. Com Diego, encontram uma sonoridade que permite a ligação à tradição popular, aliada à leveza de um baile Folk.

Baldio procura, num só baile, uma mazurka ou Scottish no fado, a leveza de uma valsa numa canção tradicional portuguesa, as danças de roda do Alentejo juntas com as danças de roda Europeias.

Isabelle (Lisou)

Chega de França com as danças tradicionais que a acompanham desde criança. Formadora em danças tradicionais em Portugal de 2001 a 2012, trabalhou com os grupos Uxu Kalhus e No Mazurka Band e com as associações Pé de Xumbo, Tradballs, D’Órfeu e várias outras entidades municipais do país.

Regressa para uma oficina repleta de energia, com a partilha de danças da sua regiao, o Poitou!

Litá Folk Band

Os Litá Folk Band formaram-se em 2022, no início da invasão em grande escala da Ucrânia, e estabeleceram-se em Lisboa, Portugal. Composto por jovens músicos com formação em música tradicional ucraniana, o grupo dedica-se à preservação, investigação e divulgação do património musical do seu país.

O nome “LITÁ” provém de uma antiga palavra ucraniana que significa “anos”, evocando memória, tempo e tradições esquecidas. O trabalho artístico dos Litá Folk Band destaca as tradições musicais e coreográficas de várias regiões da Ucrânia, onde o canto, a música instrumental e a dança formam uma expressão única e inseparável. Nos seus concertos e oficinas utilizam instrumentos como kobza, bandura, lira (sanfona), sopilka, bubon e cordas friccionadas.

Nos últimos anos, os Litá Folk Band têm participado em diversos festivais e residências artísticas em Portugal, incluindo Andanças, Tradidanças, Desdobra-te, Festival Todos, Bairro em Festa, Lisboa Mistura, Fora do Lugar, Festival Fusão e Ethno Portugal, entre outros. Em 2025, editaram o seu primeiro álbum, “Móre”, concebido como um eco das vozes da sua terra natal e como uma homenagem de amor e gratidão a quem a defende.

O repertório baseia-se em recolhas etnográficas e em fontes orais, utilizando exclusivamente material tradicional.
As danças apresentadas incluem formas coletivas em roda, em linha e em par, ligadas a contextos sociais e rituais.

Os Litá Folk levam uma autêntica viagem comunitária, cheia de diversão e alegria com muita dança, a partilha do universo do canto tradicional ucraniano, centrado na prática vocal autêntica e na transmissão oral, e também os ritmos da percussão com instrumentos tradicionais ucranianos.

Telmo Santos

Encanta multidões com as suas oficinas de dança!
Desde o Hip-Hop Old School, ao Afro Dance ou ao Pop Dance, a sua energia leva todos a dançar!

Desde pequeno que ficava fascinado com os videoclips do Michael Jackson e passava horas a tentar replicar os seus passos de dança. Na adolescência entrou numa companhia de dança na Amadora, os B.C.M. onde desenvolveu competências em vários estilos, mas principalmente no Hip-Hop Dance.

Em 2005 faz o curso Hip-Hop College, sendo melhor aluno, com 18 valores. Foi bailarino MTV Music Awards em 2005 e em 2007 vence o campeonato ibérico de Hip-Hop com a crew B.C.M..

Foi também bailarino no Programa de TV “Achas Que Sabes Dançar”, bailarino e coreógrafo no Festival da Canção Júnior, como também coreógrafo da artista April IVI. É professor há mais de 20 anos em várias escolas, Jazzy Dance Studios, Escola de Dança de Sintra, Estúdio3, entre outras.

ENTRA NA RODA

O coletivo que traz a energia e o ritmo do Caribe colombiano com 3 workshops de dança e 2 bailes com DJ set. Fruto da parceria entre Dança Afro Aveiro e a oficina de música de Aveiro (OMA), o projeto promove criação e aprendizagem coletiva através da percussão, canto e movimento, oferecendo ao Tradidanças uma experiência intercultural acessível, sem necessidade de experiência prévia.
Dayana Guzmán é bailarina colombiana e dinamizadora cultural, fundadora do Dança AfroAveiro (2017-presente), dedicada à preservação das danças e percussões afro e caribenhas. Jenny Melo é investigadora e naturalista, capoeirista, ligada à percussão e culturas afro-latino-americanas. Luísa Ochoa é cantora colombiana, etnomusicóloga, professora na OMA, focada no folclore, canto e práticas restaurativas através da música.
Conduzida pelas facilitadoras Jenny Melo, Luisa Ochoa e Dayana Guzmán, esta oficina é um convite imersivo ao universo do Bullerengue, uma manifestação cultural de profunda ressonância histórica. O Bullerengue é mais do que um género musical; é um baile cantado, uma expressão rítmica de lamento e celebração que viaja dos palenques e dos territórios de resistência dos povos afro-colombianos.
Reconhecida como Património Cultural Imaterial da Nação na Colômbia, esta forma de arte é acompanhada por coros, tambores e palmas. Uma oficina que presta homenagem às cantadoras, mulheres, que são o pilar destas comunidades costeiras da Colômbia. Reconhecidas por serem guardiãs e portadoras dos saberes ancestrais, elas mantêm viva a memória e a história coletiva através das suas vozes.
Convidamos o público a participar ativamente e a vivenciar em primeira mão esta poderosa e contagiante expressão de identidade e território.

Kritika Thakur

Kritika Thakur é bailarina, professora e coreógrafa indiana com mais de 15 anos de experiência. Especializada em diversos estilos de dança indiana, dedica-se à promoção da cultura indiana através do ensino, de espetáculos e de projetos artísticos. É fundadora e diretora artística da @zariyaworld e da @zariya_academy, levando a riqueza das tradições indianas a públicos em Portugal e além-fronteiras.
Juntem-se a nós para celebrar a alegria da dança indiana, descobrir novas culturas e partilhar momentos inesquecíveis através da música e do movimento.

Xoteiras

Xoteiras,
nasce a partir do interesse comum de uma coletividade sobre a música tradicional e a cultura da Galiza. Este interesse leva ao nascimento desta formação, cujo objetivo é a representação e a reinterpretação da música tradicional galega em Lisboa, enquadrando o grupo dentro da música tradicional com a sua contribuição pessoal.

Além disso, podemos destacar a incorporação de certas influências portuguesas, não só devido à localização atual do grupo, mas também à origem de alguns dos seus membros. Esta incorporação de influências e músicas portuguesas dá origem à particular reinterpretação de certas canções, adaptando-as ao estilo musical da formação.

Mirjam Dekker

Mirjam Dekker,
leva a energia vibrante das danças armenas, turcas, dos Balcãs e Europa de Leste.
Neerlandesa, formada na Academia de Dança de Roterdão em dança Jazz, Contemporânea e Danças do Mundo, é especializada nas danças da Europa de leste e dos Balcãs. Foi bailarina profissional e participou em festivais, cursos e workshops por toda a Europa. Orienta aulas em Esposende e Braga, cria projetos escolares em Braga, organiza formações para professores e é coreógrafa.
Em 2015 editou o livro “Danças (En)cantadas e outras não…”.

Natércia Lameiro & Rosa Lopes Dias

“Queres Dançar Comigo?”
Natércia Lameiro & Rosa Lopes Dias, trazem uma oficina de dança que é também uma oportunidade para repensares a tua relação com o folk e com as pessoas que encontras no baile. Através de exercícios práticos exploram temas fundamentais como inclusão e consentimento. Trabalham a consciência corporal, a escuta ativa, a comunicação e o respeito contigo mesmo, com o teu par e com o grupo.
Uma oficina de dança sobre inclusão e consentimento, adequado tanto para quem está a dar os primeiros passos como para bailarinos experientes.

Neste contexto haverá também uma espaço de diálogo moderado pelas professoras Natércia e Rosa, e dedicado à troca de experiências e reflexões. Este momento convida a comunidade do festival a participar ativamente, proporcionando um ambiente descontraído, inclusivo e acolhedor, que favorece a partilha de vivências pessoais e diferentes perspectivas.

DJ Gaiteirinho e DJ Mariska

DJ Gaiteirinho e DJ Mariska, conhecidos por trazerem aos palcos, os sons da World Music e Folk, levando o público a viajar por paisagens sonoras que vão desde a Folk Europeia à música dos Balcãs, África, Oriente, América e muito mais!
Sets de música com introdução de instrumentos tocados ao vivo, numa combinação energizante que promete pôr o palco a estremecer com todos a dançar!

Projecto-escola “eu não sei cantar”

O projecto-escola “eu não sei cantar”
nasce como reação ao estigma que existe sobre quem tem “boa voz” e quem não a tem; quem sabe cantar mas “eu não sei”. É simultaneamente uma provocação e um convite, sobretudo dedicado às mulheres, às suas origens e às suas estórias. Tem como objetivo possibilitar a expressão através da voz e do canto, tendo como base que toda a gente sabe cantar e que “quem canta, seus males espanta”

Aqui o baile faz-se com o instrumento mais antigo e inclusivo de todos, a nossa voz. Uma oficina de danças tradicionais portuguesas que nos leva de volta ao essencial: o corpo, a voz e a roda. Quando não há instrumentos ou quem os saiba tocar, o baile pode acontecer na mesma porque o povo canta.
Da voz nasce o ritmo e no canto se encontram os passos.

Nesta oficina vamos aprender para além das danças, as canções! Canções tradicionais portuguesas, acompanhadas de adufe e o baile é feito de danças cantadas!

Não é preciso saber cantar.
Não é preciso saber dançar.
Basta ter vontade de cantar e bailar!

É um convite aberto para entrar na roda e deixarem-se levar pela energia coletiva porque o baile é sempre mais sobre partilha do que sobre acertar o passo.

No Mazurka Band [NMB]

No Mazurka Band [NMB]
dão força ao baile português e à flauta de tamborileiro, não necessariamente por esta ordem. Começando nos Viras (Minho) e Corridinhos (Algarve), passando pelas valsas (do Oeste a Trás-os-Montes), Jotas, Repasseados, passo dobles ou Rumbas e terminando em composições fresquinhas, os NMB “arranjam” as músicas com instrumentos melódicos, originando surpreendentes harmonias de cada vez que o passo de dança recomeça. Campaniça, Gaitas, Rauchpfeifen, vozes e Flautas de três buracos alternam com tamboril, pandeiro e caixa para dar dinâmica ao baile, fazendo do acústico o material de construção e reinvenção da música portuguesa.
NMB apresentam-se em 2026 com energia renovada e uma vontade inabalável de fazer a festa com bailadores e foliões.

Joana Negrão Voz, Gaita e percussões portuguesas
António Bexiga [Tó-Zé Bexiga]: Viola Campaniça e coros
Paulo Pereira Flautas, Rauchpfeifen e coros
Ricardo Falcão: Percussões e voz

Bota Swing

Bota Swing, a “abanar o capacete” desde 2017, nasce para dar vida às danças sociais Afro-americanas no Porto — desde aulas regulares de danças a pares, a solo e workshops temáticos; a eventos de um dia ou fins-de-semana com Djsets e música ao vivo estilo “big band”. Exploramos desde o ritmo mais lento do Blues, ao mais rápido do Swing, com Lindy Hop, Charleston, Blues, Balboa, Sapateado. Mais do que uma escola de dança; é uma comunidade activa e cheia de energia!

Vem explorar raízes da música e dança da cultura Afro-americana dos EUA. Ao ritmo das contagiantes músicas Swing Jazz e Blues, faremos duas oficinas de LINDY HOP — uma dança social a pares enérgica e cheia de espaço para a improvisação!

Em paralelo com as oficinas, haverão animações à noite para colocarmos tudo em prática: um Concerto com os Caravela Sessions e um Djset com as músicas mais icónicas desta cultura.

Caravela Sessions

Caravela Sessions, nasce do encontro entre Felipe Vargas, músico brasileiro apaixonado pelos ritmos vintage do mundo, do samba ao swing — com João Gil, bailarino, baterista e professor de Lindy Hop, dedicado a criar experiências autênticas de baile para Lindy Hoppers.
No ritmo contagiante do Swing Jazz e Blues, este duo toca não só os clássicos, como também surpreende com temas de outros ritmos “vestidos” de estilo swing. A natureza de improvisação deste projeto permite-lhes acolher convidados e fundir forças para concertos únicos, interativos e energéticos!

Angeles Fiallo Montero

Angeles Fiallo Montero,
é bailarina, facilitadora de movimento e psicoterapeuta de dança e movimento, natural da Argentina. O seu percurso cruza dança contemporânea, práticas somáticas e danças tradicionais latino-americanas. Tem especial interesse nas danças folclóricas argentinas, explorando as suas raízes culturais, musicais e comunitárias, e partilhando-as em workshops acessíveis a todos.

Uma oficina de dança para viajar pela Argentina através das suas danças folclóricas e explorar diferentes ritmos e estilos de várias regiões do país, descobrindo a riqueza cultural destas danças de par e elementos como o zapateo, inspirados nas tradições populares argentinas.

Espaço Baião

Espaço Baião é um Centro Cultural e Escola de Dança dedicado à promoção da cultura popular brasileira, com especial destaque para o Forró. Fundado em 2011, atua em Lisboa e noutras cidades através de aulas regulares, eventos, festivais e atividades pedagógicas que cruzam dança, música e convivência cultural. O Espaço Baião promove encontros entre pessoas de diferentes origens, criando espaços de partilha, liberdade e celebração da cultura brasileira.

Para quem conhece o Forró do Espaço Baião, sabe que estas aulas são mágicas! E para quem ainda nem o forró conhece, estas aulas são abertas a todos e vão levar a alegria e leveza desta modalidade que promete deixar todos contagiados e prontos para dançar nos bailes de música ao vivo com Forró Harmonize e convidados surpresa.

Bloco Qui Nem Jiló

Bailinho Encantado do Jiló é uma viagem musical e sensorial promovida pelo Bloco Qui Nem Jiló, onde crianças e famílias são convidadas a mergulhar num encontro cheio de ritmos, histórias e brincadeiras. Entre cantigas, personagens e sons populares, o público percorre caminhos que nos levam até à grande festa de São João, num ambiente de alegria, partilha e imaginação. Ao som dos instrumentos base do Forró, do canto coletivo e da energia contagiante do forró, todos são convidados a dançar, cantar e celebrar juntos nesta festa popular, cheia de encanto e tradição.

O Bloco Qui Nem Jiló é um dos grandes destaques do Carnaval brasileiro de Lisboa, levando para as ruas a força da cultura nordestina através do forró, da alegria popular e da celebração coletiva. Com uma energia contagiante, o bloco mistura tradição e modernidade, reunindo brasileiros, portugueses e amantes da música brasileira num cortejo marcado pelo baião, xote, arrasta-pé e pela valorização das raízes culturais do Nordeste. Mais do que uma festa, o Qui Nem Jiló tornou-se um espaço de encontro, memória afetiva e resistência cultural dentro da cena carnavalesca lisboeta, e agora também no nosso Festival Tradidanças!

Duo Billebaude
Baltazar Montanaro and Laurent Geoffroy

Ativos desde 2002 no seio do grupo ZEF, Baltazar Montanaro e Laurent Geoffroy, têm realizado digressões pela Europa com composições contemporâneas enraizadas nas formas de dança francesas.

Com La Billebaude, este duo cria um repertório de melodias tradicionais dos locais onde viveram — Hungria, Bretanha, Morvan, Provença, Gasconha, Portugal e Estónia, oferecendo uma música concebida para a dança, mas rica em ornamentos e numa audição subtil.

Esta sessão associa o repertório de La Billebaude às danças folclóricas europeias (bal folk), onde sob a orientação da bailarina Amélie Vaudelin, os participantes exploram os estilos de Morvan e do Maciço Central (danças de casal), através de uma abordagem lúdica e acessível, diretamente ligada ao repertório musical da dupla.

Amélie Vaudelin

Nascida na Borgonha, em França, e criada a dançar no Morvan, Amélie tem vindo a desenvolver a sua atividade no panorama da dança folclórica europeia há vários anos. Atualmente radicada em Marselha, ensina danças tradicionais francesas, com uma paixão especial pela bourrée de três tempos.
Com formação inicial em teatro, estudou simultaneamente dança clássica, jazz moderno e dança contemporânea, o que moldou a sua abordagem ao movimento e à relação entre a música e o corpo num contexto de dança.
Orienta workshops de dança tradicional em Marselha com a associação Marsattrad e trabalha regularmente em escolas e eventos para animar sessões de dança para crianças. Membro ativa da associação Soufflets en Fête,
está envolvida na organização da Fête de l’Accordéon em Luzy (Morvan) e participa regularmente noutros festivais de música tradicional.
Este workshop oferece uma introdução às danças folclóricas bal, com raízes nos repertórios tradicionais franceses, com destaque para danças como as Bourrées, o Rigodon, a dança escocesa e o Cercle circassien.
Através de um ensino simples e progressivo, os participantes irão explorar o ritmo, o equilíbrio, a ligação com os parceiros e a dinâmica de grupo. Uma oficina de dança aberta a principiantes e bailarinos experientes!

Professor Raposo
grupo Muzenza de Capoeira

Professor Raposo,
do grupo Muzenza de Capoeira, traz arte, luta, dança, cultura, música, história, tradição, desporto e educação, através da capoeira. Esta expressão cultural afro-brasileira, conhecida por todos, ensina a arte de lutar a sorrir e é das maiores divulgadoras da língua portuguesa no mundo, sendo reconhecida pela UNESCO como Património Cultural Imaterial da Humanidade.

Deixem-se levar pelo som do berimbau e embalem corpos e alma na magia da ginga!

Bonifácio Aurio & Cláudia da Cruz

Bonifácio Aurio,
conhecido como Mr. Tuffas, é um aclamado cantor, compositor e professor de dança. Dispensa apresentações pelo seu reconhecimento internacional na música e dança, sendo campeão Mundial de Dança de Kizomba e Semba.

Bonifácio Aurio e Cláudia da Cruz levam uma oficina que promete unir corpos com as batidas quentes de Angola, onde todos são convidados a descobrir a arte de respirar no mesmo ritmo, numa conversa e conexão profundas, sem palavras. Preparem-se para unir corpos num abraço ritmado, guiado pela cadência suave e envolvente, onde os passos são poesia desenhada no chão.

Diana Rego

Diana Rego,
reconhecida bailarina e coreógrafa profissional, com 20 anos de carreira, com a sua própria Companhia de Dança onde apresenta o seu trabalho extenso e magnífico na fusão de danças étnicas e ancestrais, com especial foco na cultura e na dança clássica e folclórica da Índia. As suas produções viajam em vários teatros nacionais e tournés internacionais como bailarina principal, com diferentes grupos de World Music.

Este workshop propõe uma jornada de celebração da vastidão do mundo que habitamos, reconhecendo a diversidade cultural como fonte de sabedoria, conexão e expressão viva. A prática cria um espaço de encontro onde se partilham conhecimentos provenientes de diferentes culturas tradicionais, nas quais o movimento e a música estão profundamente ligados à dimensão espiritual e ritual do corpo.

Ao longo do processo, os participantes são convidados a explorar o movimento como prática encarnada, em diálogo com ritmos ancestrais que ativam não apenas o corpo físico, mas também camadas mais subtis da perceção e da presença. Cada ritmo está associado a um centro energético específico, conduzindo a uma viagem interior que atravessa os sete chakras, através de sete qualidades de movimento distintas.

Esta travessia honra diferentes divindades e arquétipos provenientes de tradições da Índia, Bali, Brasil e África, reconhecendo o corpo como espaço de memória, escuta e transformação. Através do ritmo, da música e do movimento consciente, esta oficina convida cada pessoa a aprofundar a relação consigo própria, com o coletivo e com o mundo, promovendo um estado de alinhamento, vitalidade e conexão.

Piny Orchidaceae

Piny Orchidaceae, performer, coreógrafa, pesquisadora e professora. Formou-se em Arquitectura e em Dança Contemporânea. Desde 1999 estuda danças do Norte de África e suas fusões contemporâneas, desde 2006 a cultura Hip Hop e Clubbing e desde 2019 a cultura Ballroom. Desenvolve o seu percurso entre a interpretação, a criação e o ensino. Fundou o coletivo Orchidaceae e o festival OU.kupa.

A riqueza do trabalho de fusão é infindável, assim como a responsabilidade que carrega. Nesta oficina o corpo viverá esses cruzamentos que constroem novos vocabulários, num potente exercício de construção de futuro. Compomos a partir de danças do norte de África, danças de rua, como o Hip hop, Clubbing, como o House e o Waacking e influências de Flamenco, no desenho do corpo e braços. é uma viagem intensa e profunda, nas curvas, shimmies, floreos e groove.

Leo Soulflow

Formada em Osteopatia e Educação física, desenvolve o seu trabalho artístico entre a dança e a música, como produtora musical e DJ residente em diversos espaços em Lisboa. É membro do coletivo Orchidaceae e tem como foco o House, o sapateado e o Hip Hop. Como bailarina colabora com diferentes coreógrafos com quem tem feito tours internacionais.

O House nasce na cultura clubbing entre Chicago e Nova Iorque, sendo uma celebração da liberdade através da fusão de vocabulários e do movimento livre. É interessante pensar nas articulações que existem entre as danças tradicionais e as danças criadas informalmente em espaços urbanos, reforçando a necessidade de encontro e comunidade. Trazemos as linguagens do House, a partir dele mesmo, do sapateado e da Capoeira.

Orchidaceae Clubbing

Orchidaceae Clubbing é um projeto que nasceu do interesse em repensar e afirmar a necessidade de dançar em coletivo e combinar um dj set atual com instrumentos de mão (krakebs, zills, pandeiro) e que abrimos para quem se quiser juntar.

Um baile de DJ set focado na fusão musical que cruza tempos e geografias e acompanhado por instrumentos musicais simples, de mão. A intersecção entre ritmos árabes, ritmos afro diaspóricos, ritmos e vozes tradicionais e a pulsão métrica do House e do techno, permitem aos corpos contemporâneos viajar no tempo e no espaço.
É um encontro entre ancestralidade e contemporaneidade, onde existe liberdade para cada um ser como quiser.

Radicel-la

Radicel-la, junta quatro rotinas paralelas que coexistem sem se darem conta umas das outras. Mas, no meio de encontros breves e fugazes, nasce um novo grupo com o desejo de partilhar, de aprofundar, de se divertir e — acima de tudo — de dançar juntos. Ao desfrutarmos das nossas próprias danças e ao aprendermos e compreendermos aquelas que nos são desconhecidas, criámos a “Horabaixa”, uma celebração dos locais de encontro e das festas populares, um ponto de convergência onde todas as formas de compreender e vivenciar a dança têm o seu lugar.

Um baile baseado nas danças que compõem a peça coreográfica “Horabaixa”. Estas danças têm origem nas tradições de cada membro da companhia, o que confere ao projeto uma perspetiva diversificada e enriquecedora, com a intenção de promover a construção de uma comunidade através do movimento. Pretende-se que os participantes aprendam, experimentem e desfrutem destas danças e que desta forma, quando a peça coreográfica for apresentada, o público reconhecerá os elementos trabalhados durante o workshop, o que facilitará uma maior identificação com a obra e uma experiência artística mais profunda e significativa.

Graciana Romeo

Graciana Romeo,
prestigiada bailarina, coreógrafa e professora de tango argentino traz as ferramentas fundamentais do Tango-Dança, que permitem chegar ao tango, como dança social, independentemente do nível ou experiência de cada um. Libertem o Tango nesta oficina de dança escaldante!

Caio no Forró

Caio no Forró, projeto de forró, inédito, sob direção musical de Caio Constantino, guitarrista natural do Nordeste do Brasil, terra do Forró. Quatro amantes do Forró juntam-se para criar um baile ecleticamente enérgico. No quarteto, para além da guitarra 7 cordas e do bandolim do Caio, teremos a voz e concertina de Eva Parmenter, a flauta, cavaquinho e voz de Chico Bastos e a percussão de Juju Batera.

Venham “forrozear” com Caio (e me levanto) no Forró!

Marta Portugal Dias

Marta Portugal Dias, Mestre em Ensino de Dança e licenciada em Criação e Interpretação em Dança, dedica-se há mais de 20 anos ao estudo e à investigação das Danças Romani e das Danças do Médio Oriente e Norte de África, viajando regularmente para aprofundar a sua formação através do contacto direto com as comunidades e tradições locais. É fundadora e diretora artística da Companhia de Dança Opré, desenvolvendo criação tradicional e contemporânea inspirada nas Danças Romani. Os seus espetáculos têm sido apoiados pelo Ministério da Cultura, sendo apresentados em diversos festivais e espaços culturais em Portugal.

Como bailarina, coreógrafa e intérprete, integrou projetos de dança, teatro e cinema em Portugal e no estrangeiro, colaborando com diversos criadores e companhias. Atualmente, dirige o espetáculo Tranças – Uma Viagem de Danças Romani e leciona Danças Romani, Dança Oriental, Postura e Alongamentos em escolas e festivais nacionais e internacionais. O seu trabalho distingue-se pelo rigor da investigação, pela valorização da autenticidade cultural e pelo diálogo entre tradição e contemporaneidade.

Danças Diáspora Romani são práticas de danças de diferentes lugares do mundo, reunidas sob uma visão apaixonada, leve e solta. Nesta oficina, exploraremos os ritmos e danças ciganas ao som de músicas da Roménia, Rússia e Turquia, cheios de energia e jogos rítmicos. Estas danças oferecem uma experiência única de descoberta e expressividade, onde os participantes podem vivenciar a riqueza cultural enquanto exploram a sua criatividade num ambiente de cooperação e ligação humana.
Levamos também a presença e elegância feminina da Dança Oriental, através de dinâmicas de grupo divertidas, e de forma a explorar postura, gestos e técnica base, com movimentos como hip lifts, hip drops, shimmies, maya, círculos e ondulações.

Uma oficina de dança entusiasmante e envolvente!Marta Portugal Dias, Mestre em Ensino de Dança e licenciada em Criação e Interpretação em Dança, dedica-se há mais de 20 anos ao estudo e à investigação das Danças Romani e das Danças do Médio Oriente e Norte de África, viajando regularmente para aprofundar a sua formação através do contacto direto com as comunidades e tradições locais. É fundadora e diretora artística da Companhia de Dança Opré, desenvolvendo criação tradicional e contemporânea inspirada nas Danças Romani. Os seus espetáculos têm sido apoiados pelo Ministério da Cultura, sendo apresentados em diversos festivais e espaços culturais em Portugal.

Como bailarina, coreógrafa e intérprete, integrou projetos de dança, teatro e cinema em Portugal e no estrangeiro, colaborando com diversos criadores e companhias. Atualmente, dirige o espetáculo Tranças – Uma Viagem de Danças Romani e leciona Danças Romani, Dança Oriental, Postura e Alongamentos em escolas e festivais nacionais e internacionais. O seu trabalho distingue-se pelo rigor da investigação, pela valorização da autenticidade cultural e pelo diálogo entre tradição e contemporaneidade.

Danças Diáspora Romani são práticas de danças de diferentes lugares do mundo, reunidas sob uma visão apaixonada, leve e solta. Nesta oficina, exploraremos os ritmos e danças ciganas ao som de músicas da Roménia, Rússia e Turquia, cheios de energia e jogos rítmicos. Estas danças oferecem uma experiência única de descoberta e expressividade, onde os participantes podem vivenciar a riqueza cultural enquanto exploram a sua criatividade num ambiente de cooperação e ligação humana.
Levamos também a presença e elegância feminina da Dança Oriental, através de dinâmicas de grupo divertidas, e de forma a explorar postura, gestos e técnica base, com movimentos como hip lifts, hip drops, shimmies, maya, círculos e ondulações.

Uma oficina de dança entusiasmante e envolvente!

en_GB