OFICINA DE DANÇA E BAILES
palco abados | palco arada | palco carvalhais | palco inatel
Trio da Praia
Um encontro de três mulheres, unidas pelo movimento, música e expressão partilhada.
Isabel Savitri, Larissa Goretkin e Renata Silva levam o Baile de Danças Tradicionais do Mundo, onde cruzam mantras e músicas originais, compostas e interpretadas por Isabel e Larissa, com temas tradicionais.
Cada música encontra a sua dança, adaptada e orientada por Renata, para que todos possam dançar com alegria a diversidade cultural, onde tradição e criação
contemporânea dão as mãos.

Duo Bella Ciao e Diana Azevedo
Através da sonoridade expressiva do violino e do acordeão, o trio composto por Andreia Barão, Fernando Meireles e Diana Azevedo, convidam o público a embarcar numa viagem sem fronteiras pelas tradições musicais da Europa, percorrendo ritmos, melodias e danças que atravessam culturas, épocas e geografias.
Das delicadas mazurcas e valsas, aos pulsantes corridinhos, polkas, tarantelas, jigs, círculos, chulas ou scottishs, chega um verdadeiro baile vivo, dinâmico e interativo, onde a música e a dança se encontram numa experiência partilhada entre artistas e público.
Com Diana Azevedo, formadora de danças tradicionais, o baile ganha uma dimensão ainda mais próxima e inclusiva, convidando o público não apenas a ouvir, mas a participar e dançar. Cada baile distingue-se pela liberdade de improvisação musical, permitindo que os temas respirem, se reinventem e dialoguem com a energia do momento e com a resposta do público.

Trio Kajmak e Diana Anastasopoulou
O trio composto por Balklavalhau [Greta Wardega e Emanuel Diaz]; o guitarrista portuense, João Cardoso, [conhecido como Mau Olhado] e Danai Anastasopoulou, licenciada em danças tradicionais gregas, acompanha as oficinas de dança e os bailes com interpretação de música tradicional dos Balcãs, com ritmos ímpares, explorando as sonoridades da Grécia, Bulgária, Macedônia e Sérvia.

DJ Balskandal
Nasceu em 2016 como um projeto que promove a cultura e música Balcânica, tornando-se numa viagem sonora pelo mundo fora, oferecendo uma deliciosa mistura de línguas, melodias e inspirações do Leste da Europa, Oriente, África do Norte e América Latina, numa deliciosa combinação que garante muita dança.

Gandarva
Pedro Queiroz Martinho, Carolina Costa e Pedro Prata, resgatam sonoridades Celtas da Irlanda e Escócia, navegando também por melodias tradicionais portuguesas, francesas e bretãs. Chegam com o toque místico e introspectivo, numa viagem contagiante pela diversidade cultural.

Associação Dandá – Paulo Monteiro
A Associação Desportiva, Cultural e recreativa Dandá, fundada em 2019 com sede em Matosinhos, tem como principal objetivo a promoção de atividades de índole sociocultural, recreativa e desportiva, colaborando com outras entidades locais no desenvolvimento humano, social, cultural e desportivo da População. Na Associação Dandá, a capoeira é mais do que uma arte; é uma ferramenta de inclusão, que promove a igualdade social, o respeito entre todos e um estilo de vida mais equilibrado. Encaramo-la como uma expressão cultural rica, onde tradição, jogo, luta e música se fundem, criando uma prática completa e envolvente.
Paulo Monteiro – Com mais de 22 anos de experiência de ensino, acredita que a Capoeira e a Cultura Afro-Brasileira são ferramentas de transformação – do corpo, mente e espírito.
Desde Danças Tradicionais Afro – Brasileiras – Ciranda, Caboclinhos, Côco, Maculelê, Frevo ou Puxada de Rede, o palco é de todos!

A Salto à Rua
Faça chuva ou faça sol este trio de música tradicional, sem medo, vai a salto à rua!
Com Gaita-de-foles, Flauta de Tamborileiro, Caixa e Bombo (e outros apetrechos musicais) prometem um serão animado de bailes, assentes em repertório português e não só. Com Gustavo Portela de gaita-de-foles e flauta de tamborileiro em riste, Paulo Magueijo empunhando um maço de bombo e flauta de tamborileiro, Renata Silva a roubar as danças e Rui Aires desferindo golpes na caixa de rufo e pandeireta fica a ameaça de um A Salto à Rua que não deixará pedra sobre pedra.

Alinne Araújo
Com 20 anos de carreira dedicados à música nordestina, ao forró pé de serra e à cultura popular.
Alinne Araújo transforma este baile num encontro de celebração e liberdade onde o público é convidado a aprender e a vivenciar o forró na sua essência: coletiva, afetiva e pulsante. Em cada passo, abraço e giro, os corpos encontram espaço para a expressão com alegria, autenticidade e felicidade, embalados pela força da cultura nordestina e pela energia contagiante do salão.
Cantora, compositora e instrumentista, iniciou a sua carreira artística ainda no grupo Caçuar.
Fundadora da banda Raiz do Norte e integrante da “Comadres”, conquistou reconhecimento em festivais nacionais de forró. Recentemente lançou o EP “Meu Forró Tem Axé”, projeto que une as raízes do forró com a força e a musicalidade baiana.

DJ LG
Luís Manuel Santos Guerra, professor há mais de uma década no ensino de danças tradicionais, garante diversão coletiva com “Country Line Dance”, onde todos, com ou sem experiência, são desafiados a aprender e dançar em sintonia.
O repertório destes bailes sincronizados passa também pelas tradicionais danças europeias mas com foco no divertido espírito Country americano, com muita energia social vibrante!

André Madeira
André Madeira,
volta a encantar com a oficina de danças latinas.
Atleta de competição a nível nacional e internacional que conquistou vários títulos ao longo do seu percurso. Dançarino e coreógrafo finalista do programa de televisão Dança com as Estrelas e Dança Comigo. Participou ainda nos programas “A Tua Cara Não Me é Estranha” (TVI), “The Voice” (RTP), “A Máscara” (SIC), entre outros. A sua carreira também inclui atuações em anúncios comerciais, musicais, videoclips e diversos eventos de grande prestígio, como a cerimónia da Liga dos Campeões, o Baile Vienense organizado pela embaixada da Áustria, o Festival da Eurovisão. Colaborações com empresas de renome como Porsche, Coca Cola, Chanel, Marriott, Santander, Doutor Finanças, entre outras.

GEFAC
Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra, fundado em 1966, assume-se como um pilar fundamental na investigação e preservação do património imaterial português. Mais do que um grupo performativo, o GEFAC é um centro de estudos vivo que transforma o trabalho de campo — a recolha de música, dança e costumes rurais — em formas de expressão contemporâneas e dinâmicas.
A missão deste grupo incide na divulgação da cultura popular portuguesa, enquanto elemento diferenciador e de união, assumindo uma cultura popular que não é estática e que se transporta para lá das nossas fronteiras, como embaixadora da nossa identidade e da vitalidade académica de Coimbra.
Preparem-se para uma fantástica oficina de danças tradicionais portuguesas, com música do repertório de cultura popular portuguesa recolhido e trabalhado pelo GEFAC há seis décadas. Do Minho, a Trás-os-Montes, às Beiras e às ilhas, este grupo leva para o baile, as manifestações da nossa gente.

Baldio
É uma banda composta por Sofia Camacho – voz e
ukulele, baglama (saz) e percussão, Diego Swallow – violino e viola de Arco e Tiago da Neta – voz, percussão, guitarra portuguesa e clássica.
Desde a estreia em Janeiro de 2025 já participou em festivais como Andanças, Bate o pé, Folknova e Dançarão e também conta com concertos no Ball-oween (Teatro da Luz com a Tradballs), Sintra (Sintrafolk), Palmela (Leónia Oliveira), Alcanede, Santarém e Caldas da Rainha.
Sofia e Tiago conheceram-se no contexto do universo de danças Folk, duas pessoas que se aproximam na dança, na música e na vida com uma vontade de partilhar o que os une. Com Diego, encontram uma sonoridade que permite a ligação à tradição popular, aliada à leveza de um baile Folk.
Baldio procura, num só baile, uma mazurka ou Scottish no fado, a leveza de uma valsa numa canção tradicional portuguesa, as danças de roda do Alentejo juntas com as danças de roda Europeias.

Isabelle (Lisou)
Chega de França com as danças tradicionais que a acompanham desde criança. Formadora em danças tradicionais em Portugal de 2001 a 2012, trabalhou com os grupos Uxu Kalhus e No Mazurka Band e com as associações Pé de Xumbo, Tradballs, D’Órfeu e várias outras entidades municipais do país.
Regressa para uma oficina repleta de energia, com a partilha de danças da sua regiao, o Poitou!

Litá Folk Band
Os Litá Folk Band formaram-se em 2022, no início da invasão em grande escala da Ucrânia, e estabeleceram-se em Lisboa, Portugal. Composto por jovens músicos com formação em música tradicional ucraniana, o grupo dedica-se à preservação, investigação e divulgação do património musical do seu país.
O nome “LITÁ” provém de uma antiga palavra ucraniana que significa “anos”, evocando memória, tempo e tradições esquecidas. O trabalho artístico dos Litá Folk Band destaca as tradições musicais e coreográficas de várias regiões da Ucrânia, onde o canto, a música instrumental e a dança formam uma expressão única e inseparável. Nos seus concertos e oficinas utilizam instrumentos como kobza, bandura, lira (sanfona), sopilka, bubon e cordas friccionadas.
Nos últimos anos, os Litá Folk Band têm participado em diversos festivais e residências artísticas em Portugal, incluindo Andanças, Tradidanças, Desdobra-te, Festival Todos, Bairro em Festa, Lisboa Mistura, Fora do Lugar, Festival Fusão e Ethno Portugal, entre outros. Em 2025, editaram o seu primeiro álbum, “Móre”, concebido como um eco das vozes da sua terra natal e como uma homenagem de amor e gratidão a quem a defende.
O repertório baseia-se em recolhas etnográficas e em fontes orais, utilizando exclusivamente material tradicional.
As danças apresentadas incluem formas coletivas em roda, em linha e em par, ligadas a contextos sociais e rituais.
Os Litá Folk levam uma autêntica viagem comunitária, cheia de diversão e alegria com muita dança, a partilha do universo do canto tradicional ucraniano, centrado na prática vocal autêntica e na transmissão oral, e também os ritmos da percussão com instrumentos tradicionais ucranianos.

Telmo Santos
Encanta multidões com as suas oficinas de dança!
Desde o Hip-Hop Old School, ao Afro Dance ou ao Pop Dance, a sua energia leva todos a dançar!
Desde pequeno que ficava fascinado com os videoclips do Michael Jackson e passava horas a tentar replicar os seus passos de dança. Na adolescência entrou numa companhia de dança na Amadora, os B.C.M. onde desenvolveu competências em vários estilos, mas principalmente no Hip-Hop Dance.
Em 2005 faz o curso Hip-Hop College, sendo melhor aluno, com 18 valores. Foi bailarino MTV Music Awards em 2005 e em 2007 vence o campeonato ibérico de Hip-Hop com a crew B.C.M..
Foi também bailarino no Programa de TV “Achas Que Sabes Dançar”, bailarino e coreógrafo no Festival da Canção Júnior, como também coreógrafo da artista April IVI. É professor há mais de 20 anos em várias escolas, Jazzy Dance Studios, Escola de Dança de Sintra, Estúdio3, entre outras.

ENTRA NA RODA
O coletivo que traz a energia e o ritmo do Caribe colombiano com 3 workshops de dança e 2 bailes com DJ set. Fruto da parceria entre Dança Afro Aveiro e a oficina de música de Aveiro (OMA), o projeto promove criação e aprendizagem coletiva através da percussão, canto e movimento, oferecendo ao Tradidanças uma experiência intercultural acessível, sem necessidade de experiência prévia.
Dayana Guzmán é bailarina colombiana e dinamizadora cultural, fundadora do Dança AfroAveiro (2017-presente), dedicada à preservação das danças e percussões afro e caribenhas. Jenny Melo é investigadora e naturalista, capoeirista, ligada à percussão e culturas afro-latino-americanas. Luísa Ochoa é cantora colombiana, etnomusicóloga, professora na OMA, focada no folclore, canto e práticas restaurativas através da música.
Conduzida pelas facilitadoras Jenny Melo, Luisa Ochoa e Dayana Guzmán, esta oficina é um convite imersivo ao universo do Bullerengue, uma manifestação cultural de profunda ressonância histórica. O Bullerengue é mais do que um género musical; é um baile cantado, uma expressão rítmica de lamento e celebração que viaja dos palenques e dos territórios de resistência dos povos afro-colombianos.
Reconhecida como Património Cultural Imaterial da Nação na Colômbia, esta forma de arte é acompanhada por coros, tambores e palmas. Uma oficina que presta homenagem às cantadoras, mulheres, que são o pilar destas comunidades costeiras da Colômbia. Reconhecidas por serem guardiãs e portadoras dos saberes ancestrais, elas mantêm viva a memória e a história coletiva através das suas vozes.
Convidamos o público a participar ativamente e a vivenciar em primeira mão esta poderosa e contagiante expressão de identidade e território.

Kritika Thakur
Kritika Thakur é bailarina, professora e coreógrafa indiana com mais de 15 anos de experiência. Especializada em diversos estilos de dança indiana, dedica-se à promoção da cultura indiana através do ensino, de espetáculos e de projetos artísticos. É fundadora e diretora artística da @zariyaworld e da @zariya_academy, levando a riqueza das tradições indianas a públicos em Portugal e além-fronteiras.
Juntem-se a nós para celebrar a alegria da dança indiana, descobrir novas culturas e partilhar momentos inesquecíveis através da música e do movimento.

Xoteiras
Xoteiras,
nasce a partir do interesse comum de uma coletividade sobre a música tradicional e a cultura da Galiza. Este interesse leva ao nascimento desta formação, cujo objetivo é a representação e a reinterpretação da música tradicional galega em Lisboa, enquadrando o grupo dentro da música tradicional com a sua contribuição pessoal.
Além disso, podemos destacar a incorporação de certas influências portuguesas, não só devido à localização atual do grupo, mas também à origem de alguns dos seus membros. Esta incorporação de influências e músicas portuguesas dá origem à particular reinterpretação de certas canções, adaptando-as ao estilo musical da formação.

Mirjam Dekker
Mirjam Dekker,
leva a energia vibrante das danças armenas, turcas, dos Balcãs e Europa de Leste.
Neerlandesa, formada na Academia de Dança de Roterdão em dança Jazz, Contemporânea e Danças do Mundo, é especializada nas danças da Europa de leste e dos Balcãs. Foi bailarina profissional e participou em festivais, cursos e workshops por toda a Europa. Orienta aulas em Esposende e Braga, cria projetos escolares em Braga, organiza formações para professores e é coreógrafa.
Em 2015 editou o livro “Danças (En)cantadas e outras não…”.

