ELI - Intergenerational Play Space

Edição 2026 disponível em breve.

Circo Matemático

Esta trupe única de artistas torna a disciplina mais temida numa autêntica diversão. Através da magia, ilusionismo, problemas curiosos, quebra-cabeças, malabarismo e muitas outras atividades, quebram estereótipos de ensino e levam a matemática recreativa a ser uma divertida degustação intelectual para todos!

Zé Pedro Ramos 5ª Oficina

“Isso já não é do meu tempo”… ” Isso é outra história”…
Pois é, mas estes, Trocadores de Histórias, guardam um canto, cheio de contos, que não se vêem, não se tocam.
São do tempo em que as histórias não tinham onde poisar as letras. Vinham de bocas que entravam pelo ouvido, bocas cheias de ideias que se plantavam e se criavam até saírem da nossa boca para outros ouvidos.
Estás a ouvir? É a tua vez…

Zé Pedro Ramos e o seu inseparável, intrínseco, heterónimo, ou homónimo e sinónimo palhaço, irão (re)contar (de maneira muito pouco convencional) contos ancestrais, universais e de tradição oral. Estes Trocadores Histórias da 5ªOficina, valorizam o tempo e o espaço, o “aqui e o agora” de quem ali estiver, pela troca do seu tempo de vida, numa partilha única e irrepetível.
Se não for pelas palavras, olhares serão com certeza… Se não for pelo gesto, mil palavras não serão com certeza… Se não for um grande show, uma grande viagem será com muuuita certeza!

Tânia Safaneta Clown

Preparem-se para Momento Absurdo!
Uma miscelânea de momentos únicos de improviso, orgânicos, excêntricos e ancorados no humor físico, movidos pelo coração.
No Momento Absurdo, encontramos a razão para sermos tão felizes a rir juntos, sem objetivo imediato. A par da natureza absurda da nossa existência, onde cada um chegará ao seu veredito, será neste palco de improviso que começa a procura, com coragem e doçura para respostas e muitas dúvidas! O que é ser mulher? O que é ser importante? O que é ser inocente? Perguntas absurdas?
Talvez não…
Sejamos racionais e celebremos os nossos disparates com Tânia Safaneta Clown, com 26 anos de percurso artístico, a desenvolver uma pesquisa contínua nas artes performativas de rua, explorando o clown, o bufão, o humor absurdo, a comédia física e o improviso. Autodidata apaixonada, constrói o seu trabalho de forma orgânica, tendo o improviso como principal motor criativo.

ZásTrásPás

Um projeto de Música para Bebés e Crianças composto por duas professoras de música que pretendem proporcionar experiências sensoriais e afetivas que promovem o desenvolvimento global da criança desde os primeiros meses de vida, através da música, do ritmo e da interação com o adulto acompanhante.
Pensadas para bebés e crianças acompanhados por um adulto (mãe, pai ou cuidador), estas sessões decorrem num ambiente seguro, acolhedor e estimulante, criando uma experiência única de descoberta, vínculo e ligação.
Através de canções, jogos rítmicos, exploração de instrumentos musicais adaptados e momentos de escuta e relaxamento, os bebés e as crianças são convidados a explorar o universo sonoro de forma natural e lúdica, sempre respeitando o seu ritmo individual. Estas vivências promovem a musicalidade, o bem-estar emocional e o fortalecimento do vínculo afetivo entre criança e adulto, transformando cada sessão num momento de presença, prazer e partilha.

A Isabel Ramos é licenciada em Ensino da Música com formação em pedagogia musical infantil – Jos Wuytack e Formação Germinarte da Companhia de Música Teatral. O seu interesse pelo ensino da música a bebés e crianças, iniciou-se desde a altura em que teve os seus 3 filhos e continuou ao longo dos seus mais de 20 anos de serviço, em conservatórios, escolas de música e creches.
A Beatriz Capote é mestre em Ensino de Música e licenciada em Música – Violino. Logo após a conclusão da sua formação iniciou a sua atividade como professora de música em creches, jardins de infância e escolas de música, nutrindo um especial interesse pelo ensino da música na primeira infância.
Paralelamente, integra vários projetos musicais, como violinista e cantora, tais como: a banda Perpétua, o duo Equinōcio e o grupo Himalion.

Patrícia Herdeiro e Alvaro Zubiaurr

A Filha do Mar
Uma peça de teatro infantil que conta a história da conexão de uma menina com uma baleia. A certo momento a sua amiga baleia Atlântida fica doente por ingerir demasiado plástico. A menina consegue ajudá-la e inicia um diálogo com a plateia para pensar soluções para evitar que o plástico vá ter aos oceanos.
Esta é uma peça que ensina-nos sobre amor para além do humano e o cuidado pela Terra, o planeta azul que habitamos. É uma jornada musical e interativa que convida a plateia a cantar, meditar e comunicar telepaticamente com a Atlântida e a refletir sobre a poluição marítima e como evitá-la.
Patrícia Herdeiro é a criadora e principal intérprete da “Filha do Mar”, assim como outras obras de teatro infantil como “A Guardiã de Sementes” e “Botunga”. É educadora tendo passado por diferentes projetos educativos e instituições e trabalhado com crianças e adolescentes de diferentes idades e contextos sociais. Faz parte do projeto “O Pequeno Buda”, programa que leva a meditação e mindfulness às escolas.
Em 2020 lançou o livro “Colorir a Alma” com ilustrações para colorir, poemas e espaço para criar. No seu trabalho integra as áreas da educação, arte, facilitação de grupos, desenvolvimento pessoal, terapia e bem-estar. No seu trabalho como artista e educadora tenta passar mensagens de consciência, amor e o cuidado pela Terra e todos os seres.
Alvaro Zubiaurr é ator físico e multi-instrumentista autoditata. Nasceu no Perú. Estudou teatro físico na Escola Jacques Lecoq em Paris. O seu interesse pela arte é o encontro da poesia com a vida.

Daniela Fernandes

Daniela Fernandes, formada em Animação Cultural, Mestre em Arte, Design e Multimédia. Animadora desde 2003, tem uma forte ligação ao teatro e às artes da Performance sobretudo para os mais pequenos. Tem desenvolvido vários trabalhos de performance, animação de rua, teatro, cenografia, figurinos e adereços. Possui uma vasta experiência em organização e produção de eventos culturais por todo o país, assim como na educação pelas artes. Responsável pedagógica e direção executiva da Escola do Errar e Desaprender.

Daniela traz uma oficina de construção e desfile de Aves-raras onde as crianças e famílias, são convidadas a experimentar técnicas e materiais de expressão plástica conjugados com elementos da Natureza para a construção de objetos de cena a desfilar no último dia pelo recinto do festival.

Musicolândia

Musicolândia leva sessões de Histórias Cantadas que transformam a narração de contos numa experiência musical envolvente, onde as histórias são contadas e vividas através do canto, do ritmo e dos sons. Nestas sessões, as famílias são convidadas a embarcar numa viagem onde as palavras se cruzam com a música. Com o apoio de melodias, percussão corporal e instrumentos musicais, as crianças participam ativamente, explorando a sua criatividade e expressão. Para além de estimular a imaginação e a linguagem, estas sessões fortalecem os laços familiares, proporcionando momentos de partilha, descoberta e diversão num ambiente acolhedor e interativo.

Narayana
Joana Rita

Narayana, por Joana Rita, é um atelier itinerante de narrativas visuais que habita o território entre a arte e o encontro. Materializa-se numa mala mágica que, ao abrir-se, se transforma. Cada apresentação é uma metamorfose. Para o Tradidanças 2026, Narayana propõe a sua transformação em Kamishibai – uma técnica tradicional japonesa de narração oral com imagens sequenciais. Num contexto contemporâneo marcado pela velocidade e pelo excesso de estímulos, esta forma de contar convida à atenção, à proximidade e à imaginação.
A atividade inicia-se com a apresentação de uma narrativa autoral, criando um ambiente de escuta e encantamento. Segue-se um momento de experimentação plástica: a partir de formas simples, carvão e alguma cor, crianças e adultos são convidados a construir as suas próprias sequências visuais, organizando imagens em narrativas, depois contadas e partilhadas no pequeno palco mágico Narayana.
Artista pluridisciplinar, ilustradora, mãe e facilitadora de experiências criativas, Joana Rita cria “Anouka”,
“Narayana – atelier itinerante de narrativas visuais”, “Cirandaya – eco-painting & live-music” e “Histórias aos Retalhos”. Imaginário, natureza e sensibilidade atravessam o seu trabalho. Acredita que a arte aproxima pessoas e desperta caminhos interiores.

PliN, Play in Nature

PliN, Play in Nature é um projeto de um coletivo de amigos que tem como principal objetivo proporcionar experiências ricas, lúdicas e pedagógicas na Natureza, com tónica na sustentabilidade e educação ambiental, através do brincar com materiais naturais.
E se as Árvores falassem?
Nesta oficina vamos imaginar o que as Árvores expressam e dizem, através da modelagem com barro, folhas, paus…e tudo o que a natureza oferece. Agarrem na vossa criatividade e venham para o nosso carvalhal brincar.

Tronkar Winga

Tronkar Winga é uma roda de percussão para crianças, com jogos de ritmo e muita brincadeira, numa construção de trabalho em grupo!

Nesta oficina está garantida a alegria coletiva, na batida certa da aprendizagem e partilha! Venham perceber o trabalho em equipa ao som da percussão, memorizando sonoridades rítmicas em sintonia.

Sara Barbosa

Sara Barbosa, traz uma oficina sensorial e criativa que convida os participantes a explorar a arte através de especiarias naturais — como pimenta, canela, paprica e noz-moscada — utilizando-as como tintas orgânicas.

Os participantes cheiram, tocam e misturam as especiarias para criar paletas de cores únicas, usando técnica mista e utilizando pincel, lápis de carvão e de cor, colando as próprias especiarias em papel de aguarela, inspirados nas cores da natureza. No final, observam como as cores mudam ao secar — e levam para casa uma obra feita com ingredientes reais, seguros e sustentáveis.

Com esta viagem gastronómica pela arte, vamos estimular os sentidos (olfacto, tacto, visão); promover a criatividade sem uso de produtos químicos, a conexão com materiais naturais e sustentáveis e aprender sobre a origem das especiarias e como elas chegaram até nós.

Sara Barbosa, Licenciada em Ciências Agrárias e mestre em Ecologia, Ambiente e Território, tem desenvolvido trabalho na área da educação ambiental e na dinamização de ateliês para famílias, com especial enfoque na micologia e agricultura sustentável. Desde 2014 orienta oficinas, passeios interpretativos, sessões de identificação de cogumelos e árvores e ações formativas em espaços culturais, centros de educação ambiental e projetos associativos.

Gotinha Mágica
Raquel de Paiva

Gotinha Mágica por Raquel de Paiva,
Filha, Mulher, Mãe, Amiga, Ser de Amor e Canal de Cura e Bem-estar, através da Veterinária Integrativa (Médica Veterinária de profissão), Reiki e, recentemente, como Professora de Yoga para Bebés (Babyoga), Crianças e Famílias (Playoga), unidos no seu projeto Gotinha Mágica.
Na área do Babyoga e Playoga, estuda e aplica a metodologia da Escola Babyoga Portugal (entidade certificada pela DGERT e Yoga Alliance International), com a qual é certificada.
Alia a paixão pelo Yoga, com uma enorme vontade de transmitir os princípios e benefícios desta prática: às crianças, ajudando-as a crescerem de uma forma mais saudável e equilibrada, e aos adultos, contribuindo para o fortalecimento da ligação afetiva e uma melhor compreensão da criança e do seu desenvolvimento.
O Yoga em Família proporciona vivenciar, acima de tudo, momentos de conexão e partilha com os filhos. Experiencia-se a respiração, o movimento, o som, o toque saudável, o momento presente, a consciência do saber estar, do saber ouvir e do saber ser e, o mais importante, o vínculo familiar. Esta prática contempla um equilíbrio entre a diversão (com jogos, histórias e músicas), a disciplina, com cooperação e a integração com o relaxamento, massagem e meditação. Habitualmente, são também inseridas manualidades (ex. pintura de mandalas), como incentivo à criatividade e iniciação à prática de “mindfulness”.

Quando os adultos relaxam, as crianças relaxam.
Quando os adultos se entregam, as crianças entregam-se. Quando os adultos se divertem, as crianças divertem-se.

F(OLHA) / Leave

F(OLHA) / Leave, convida a embarcar numa viagem pelo mundo das folhas.
Sem palavras, comunica e interage através do movimento, transcendendo barreiras linguísticas.
O espaço da performance transforma-se num laboratório vivo que explora o conceito de queda, que não representa o fim, mas sim, o que está por vir, para onde vai e por quê. O movimento e o som fundem-se num diálogo vivo entre folha e corpo. As folhas farfalham, crescem, voam e dançam, estimulando a imaginação dos espectadores.

No centro da peça estão as perguntas das crianças:
Como chegam as folhas ao nosso mundo?
Será que uma folha pode voar?
A que sabem as folhas?
E quando vêm as minhocas?

O movimento e o som fundem-se num diálogo vivo entre folha e corpo. As crianças tornam-se exploradoras, descobrindo os segredos do ciclo de vida, da folha e os seus próprios movimentos, traçados em paralelo com o ciclo de vida humano. O público é convidado a trazer a sua própria folha, participar e a envolver-se nesta dança com a natureza que também reforça o valor da sustentabilidade e do património natural, promovendo a ligação afetiva com os elementos do meio envolvente.

Martina Griewank Ambrozio,
Bailarina, coreógrafa e produtora com base em Portugal. Dirigiu o Performact (2016–2024) e cofundou o Summer Intensive. Integra a direção da Collective Movement e foi avaliadora do Europa Criativa (2024–25). Cria para públicos jovens, combinando interatividade e abstração em obras como GALOCHAS e F(OLHA)/Leave

Rosana Pereira

Rosana Pereira,
tem um percurso diversificado da dança jazz ao hip hop, do ragga ao afro, das danças tradicionais da Europa e da América Latina. No seu projeto pessoal Dança Natura une movimento, emoção e natureza como ritual de expressão e consciência. Licenciada em Animação Sociocultural, integra teatro, música e artes plásticas no seu projeto Anima Natura junto de diferentes públicos. A ligação à Natureza levou-a a explorar práticas holísticas e saberes ancestrais de diferentes culturas, que incorpora nas suas performances e aulas, criando espaços de reconexão e cura. Foi agitadora de baile dos Retimbrar. Foi professora de AEC – Artes Performativas e Visuais.

Dança Natura é um convite para sentir o corpo e a Natureza em diálogo. Crianças e jovens exploram o movimento entre ritmos Afro, Hip Hop e memórias de danças tradicionais, deixando-se levar pela liberdade de se descobrir. O vento que move, a água que escorre, a terra que sustenta e a luz que aquece tornam-se companheiros da dança, despertando imaginação, criatividade e cuidado pelo mundo que nos rodeia. Sons da Natureza e as Músicas do mundo, com destaque para o projeto português “Mão Verde”, guiam coreografias de autoria própria, alternadas com momentos de improvisação onde a Natureza é fonte e inspiração onde o corpo reencontra o seu lugar na teia viva da fauna, da flora e do mundo mineral.

Urban Roots

Urban Roots, é um projeto de t-shirts de caráter político e ativista que parte da liberdade como motor criativo.
Através do design e da ilustração, cria peças que funcionam como manifestos visuais, levando para o espaço público temas como direitos, resistência e expressão individual. Com uma estética urbana, crua e direta, o projeto valoriza a imperfeição e a experimentação, assumindo a criação como um ato de posicionamento.
Cada t-shirt torna-se assim um suporte de comunicação, uma forma de ocupar a rua, dar voz a ideias e afirmar a liberdade. Este projeto ganha voz e cor pelas mãos da designer gráfica Sofia Dias, que usa a arte como forma de ativismo, intervenção e resistência.

“Estampar a Liberdade” é uma oficina intergeracional, pensada sobretudo para crianças, onde damos uma nova vida a materiais do dia a dia. Rolos de papel, esponjas, cartão e outros “restos” transformam-se em carimbos únicos, prontos a deixar marca num têxtil à sua escolha.
A partir destas ferramentas improvisadas, os participantes são convidados a explorar o que é a liberdade através de formas, cores e símbolos criados por eles — sem regras, com espaço para experimentar, sujar as mãos e partilhar ideias entre miúdos e graúdos.

A oficina nasce a partir do projeto político e ativista de t-shirts, Urban Roots, trazendo esse espírito para um contexto acessível e participativo. Aqui, a criação é também uma forma de expressão — e até os materiais mais improváveis podem ganhar voz.

Joana Amorim e Duncan Fox

Joana Amorim e Duncan Fox, levam “Zaína e a Oliveira”, um conto musical palestiniano, contado por Joana (flauta) e Duncan (contrabaixo), com muita participação do público. É uma linda história de solidariedade e esperança, com música do médio-oriente e muitos sons da natureza.

Joana Amorim especializou-se em traversos históricos, que vão desde o século XVI ao início do século XIX, assim como flauta de bisel. O seu interesse pela música e cultura do subcontinente indiano levaram-na a estudar também Bansuri. É fundadora do grupo Ludovice Ensemble, tocando regularmente também com outros grupos de música antiga, como, por exemplo, o Divino Sospiro e a Orquestra da Casa da Música. A sua actividade pedagógica, como professora de Flauta de Bisel e Traverso na Escola de Música do Conservatório Nacional de Lisboa, levou-a a publicar um método de flauta de bisel e a criar vários espectáculos infantis.

Duncan Fox, contrabaixista, pianista, violonista, arranjador e compositor esporádico, estudou no Royal Academy of Music Junior School e Royal Northern College of Music, trabalhando o contrabaixo com Duncan McTier, o piano com David Lloyd e a viola da gamba com Richard Boothby, antes de se mudar para Portugal para fazer parte da Orquestra Sinfónica Portuguesa (Coordenador de Naipe Adjunto). Tem um interesse particular em educação musical e tem escrito inúmeras peças para jovens músicos além de ter desenhado projetos educativos e espetáculos interativos para o Teatro Nacional de São Carlos. Em 2018, começou uma colaboração com a Orquestra Juvenil Luso-Alemã com a qual desenvolve projetos criativos e escreve arranjos orquestrais – com uma atenção especial para o repertório português.

Magicando

Magicando, é um projeto artístico multifacetado que combina: a Dança, o Teatro, a Magia e as Histórias Contadas. O ponto de partida é uma história na qual os participantes (pais e filhos) farão parte e ajudarão a criar, através de situações de improviso e de atividades, dinâmicas, jogos e propostas que são colocadas em palco. A ideia principal é estimular a criatividade, a cooperação do grupo e juntos criarmos uma história e um momento único…

…A Fada Pintarola é a protetora da floresta, mas só os que acreditam na Magia conseguem vê-la, para os Mágicos do coração ela adora contar histórias, contos de outros tempos em que os gigantes habitavam a terra e quando o planeta não era como o conhecemos hoje, mas um evento está prestes a tornar esse dia diferente, ouve-se um estrondo! parece que um meteorito caiu na floresta, mas não… não é um meteorito, é um ser doutro planeta! Um habitante do Planeta Magicando! e ele faz Magia!

Pradiante Atelier

Pradiante Atelier,
leva uma sessão de contação de estórias para crianças e famílias, em que todos participam numa aventura interactiva como um grupo.
Para além de uma viagem ao mundo da imaginação, vais despertar o artista que há em ti, com música, dança, artes plásticas, acrobacias e massagens!

Vais conhecer a aldeia do Qualquer Coisa, onde vive o Roberto, um monstrinho um tanto mal humorado que arranja sempre alguma confusão. Como tem um coração bem intencionado, tenta resolver sempre as trapalhadas.
E ainda bem que tem o seu amigo Pradiante que é um passarinho que o ajuda, na sua “Aventura do Roberto”.

Maria João Miguel
Teatro da Maluca

Maria João Miguel, cofundadora do Teatro da Maluca, conta as histórias que traz na boca e no coração.
Gosta da palavra e do poder de contágio que esta carrega, mas sobretudo encanta-se pelos afetos, pelo gesto e
pelo olhar. É atriz, encenadora, formadora e dobradora de desenhos animados. É mãe, é filha e quer ser sempre aquilo que sonha. Abraçou a arte de contar histórias no palco há quase 30 anos e desde sempre que as tradições são para si uma paixão. Escutar os mais velhos e ouvir os seus cantares e os seus contos, são para si uma forma de crescimento pessoal, que alimentam a sua missão de ajudar a manter viva uma memória coletiva.

Nesta oficina iremos viajar por contos de água, de lágrimas e de afetos, percorrer o continente e as ilhas em busca das histórias e dos cantares que chegaram até nós e que nos tocam, ora pelo encanto das relações, ora pelos magníficos presentes que a natureza nos dá. Neste voo dedicado a toda a família, iremos viajar por histórias de animais, de velhas que fiam, de pintos borrachudos e trangolomangos comilões, num serão que se prevê acolhedor e brincalhão como se se tratasse de um serão familiar à lareira.

MBBC
Música Bebés e Crianças

MBBC Música Bebés e Crianças, projeto que surge da necessidade sentida de atividades para famílias no distrito de Setúbal, o que levou às primeiras sessões musicais em 2015 e desde então têm vindo a crescer e a chegar cada vez a mais criança e famílias, tanto nas escolas como em espaços culturais.

A mentora, Sandra de Oliveira, Flautista transversal, conta com 19 anos de experiência na área da Educação e Expressão Musical, trabalhando sobretudo com escolas de 1º ciclo, berçário, creches e jardins de infância, como também em atividades com adultos, portadores de deficiência mental e idosos. Contudo é na primeira infância que encontra o seu foco e motivação e traz nesta oficina única, a alegria para todos.

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