Concertos
Igreja
Lucis Chorus
Começou em 2019 com um pequeno grupo de amigos e rapidamente se expandiu para 20 elementos que gostam muito de cantar, com boa disposição, sorriso no rosto e prontos para emocionar o público!
O estudo do canto é o principal foco, com repertório desde músicas tradicionais ao gospel, dos espirituais negros à música sacra, do pop ao fado.
Com sede em São Pedro do Sul, com membros de toda a zona de Lafões: São Pedro, Vouzela e Oliveira de Frades, o grupo tem tido destaque em vários eventos, destacando-se a participação na gravação de 3 canções do artista Noble, assim como alguns concertos em parceria com a Sociedade Musical Vouzelense e com a Filarmónica Verdi Cambrense.

Joana Alegre
Joana Alegre,
cantautora portuguesa de formação clássica e jazz, destacou-se junto do público com o dueto “E Agora?”, um terceiro lugar no programa The Voice Portugal 2020, e por duas vezes finalista do Festival da Canção, RTP. Tem construído um percurso singular entre o canto autoral, o pop e a exploração artística multidisciplinar, unindo música, palavra e expressão.
Para além de um concerto incrível, Joana traz também “Canto no Corpo”, uma oficina de canto coletivo que propõe uma exploração da voz através do corpo. Partindo de exercícios de respiração, movimento e coordenação, onde os participantes serão convidados a descobrir novas formas de apoiar a voz, e assim também ampliar a confiança na sua expressão e capacidade criativa. Um espaço seguro e inclusivo para experimentar, cantar em conjunto e aprofundar a relação entre corpo, voz e imaginação.

Ana Laíns
Ana Laíns, traz Portugal inteiro na voz. A sua matriz vem do Fado e das Músicas Tradicionais, e conta com uma carreira com mais de 25 anos e 500 concertos em mais de 30 países.
Com o 1° álbum “Sentidos” obteve as melhores críticas.
O Daily Planet salientou o exercício absolutamente contemporâneo da sua abordagem à música de raiz e a Songlines concordou. “Quatro Caminhos” surge depois para confirmar tudo.
Com Portucalis recebe nota máxima na Jazzism holandesa, e chamou a atenção do jornalista sueco Ulf Berqvist que considerou o álbum um dos 10 melhores de 2017. E com o álbum ao vivo no Casino Estoril, alcança o 1° lugar do Top Nacional de Vendas, provando que existe público para a música fora do mainstream.
Identidade(s) é o senhor que se segue e vai mais longe.
A digressão de 2026/27 dará origem a um disco agregador, que incluirá num só trabalho o ADN de um país inteiro, com o intuito de mostrar a Portugal e ao Mundo um país riquíssimo e repleto de multiculturalidade, de norte a sul, consequência da enorme miscigenação que escreve uma história com muitos séculos.
Preparem-se para um concerto incrível com reportório dos 18 distritos de Portugal e regiões autónomas. Tem vira, tem malhão, tem toada beirã, polifonias de norte e de Sul, e muito mais. Canta-se em Galaico-Português, Mirandês e Português!

Ana Leonor Pereira e Diana Matos
Ana Leonor Pereira e Diana Matos, duo que se dedica à música do século XVII para voz e arquialaúde fazendo questão de apresentar obras de mulheres compositoras.
Ana Leonor Pereira, tem formação superior em Canto e Filosofia, Diana Matos em Alaúde. A primeira é, também, professora, investigadora, maestrina, encenadora, poetisa, ensaísta, cronista entre outros ofícios.
Diana Matos, dedica parte da sua vida a oferecer música em Hospitais, nomeadamente, em cuidados paliativos. Ambas procuram construir a beleza possível, com a música, e com todas as outras formas artísticas de viver.
Um concerto emocionante de música renascentista em torno do amor e do lamento amoroso, com obras de Giulio e Francesca Caccini, Barbara Strozzi, Madalena Casulana, J, Dowland.

Cant’a3vozes
Cant’a3vozes, um concerto imperdível de música tradicional, música própria de um povo, com raízes de um passado remoto, fruto de transmissão oral. No canto a vozes, sentimentos, abordagens e realidades do mundo que nos rodeia, são transmitidos através de um instrumento incrível: a voz. É uma tradição bem enraizada em toda a região, que a une e a distingue das demais e é por isso motivo de valorização e distinção.
O canto a vozes – já reconhecido como Património Cultural Imaterial Nacional – é candidato a Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO, sendo caracterizado por temas essencialmente vocais, fugindo às normas correntes da música mais convencional. O desdobramento da melodia em diferentes vozes, respeitando os harmónicos naturais e não as regras musicais, originam harmonias fora do comum, com dissonâncias, perfeitamente adaptadas à natureza de cada canto.
O grupo Cant’a3Vozes reúne elementos dos concelhos de Sever do Vouga, Oliveira de Frades, Vouzela e S. Pedro do Sul e nasceu do projeto “Cultura Entre Pontes” que uniu estes quatro concelhos em torno das polifonias. O grupo Cant’a3Vozes é uma das valências da Associação Cultural e Recreativa de Oliveira de Frades (ACROF), sendo constituído por cerca de 35 elementos.
Um concerto emocionante com participação de Ana Laíns.

Vozes da Terra
Vozes da Terra, grupo de música tradicional portuguesa, fundado em Vouzela com mais de 30 anos de existência, consagra a tradição na voz, nos instrumentos e até no traje.
Um concerto único, da terra, para todos, com a memória guardada em cada nota musical, numa viagem afetiva entre o passado e o presente que promete emocionar.

Eva Parmenter e Caio Constantino
Eva e Caio,
propõem uma viagem transatlântica entre Brasil e Portugal através de linguagens como o Choro e a Música de Raiz Portuguesa, com arranjos contemporâneos e contemplando composições próprias. A cumplicidade entre a voz, concertina e o violão 7 cordas dos dois músicos é apaixonante e acusticamente fértil.

Edgar Valente
Edgar Valente, depois de mais de uma década a trabalhar o cancioneiro popular português, as suas raízes e ancestralidades, através de projetos como Criatura, Bandua, Coro dos Anjos ou AIÊ, Edgar Valente apresenta-se agora a solo, mas nunca sozinho. Em palco, entre o adufe, o piano e os teclados, surgem vozes cúmplices, convidados surpresa e um público chamado a cantar sem pudor, diluindo fronteiras entre quem cria e quem escuta.
A acompanhar o concerto estará o vinho Ignorante, vindo do Dão – um vinho caseiro e familiar cuja história de fogo, perda e renascimento cruza esta travessia artística.
Depois de um incêndio em 2017 que destruiu as vinhas, a terra foi replantada e voltou a dar fruto. Um símbolo de continuidade, cuidado e resiliência. Inspirado no rótulo do vinho que cita que “Da Ignorância surge a Sabedoria”, “Ignorante” é, acima de tudo, um convite ao encontro verdadeiro em partilha.
Um lugar fértil onde a sabedoria não é imposta, mas construída pela experiência, pela relação e pela escuta.
Um espaço onde a arte convoca a escuta, onde o amor e o brinde são gestos tão importantes quanto a música.

