concertos 2025

palco serra

Edição 2025 disponível em breve.

Toques do Caramulo | d’Orfeu AC

Os Toques do Caramulo reinventam-se continuamente, fazendo música nova das velhas cantigas e levando o público a surpreender-se com o repertório esquecido da Serra do Caramulo. Com amplo reconhecimento nacional e internacional, este é um espetáculo de forte energia musical e interação com o público, fazendo de cada concerto uma grande festa para todas as idades.

Toques do Caramulo | d’Orfeu AC

Os Toques do Caramulo reinventam-se continuamente, fazendo música nova das velhas cantigas e levando o público a surpreender-se com o repertório esquecido da Serra do Caramulo. Com amplo reconhecimento nacional e internacional, este é um espetáculo de forte energia musical e interação com o público, fazendo de cada concerto uma grande festa para todas as idades.

Galandum Galundaina

Galandum Galundaina é um projeto de referência na música de raiz
tradicional portuguesa que leva a Terra de Miranda a todo o mundo.
Partindo do vasto património musical mirandês, o grupo consegue
uma sonoridade única através da singularidade dos instrumentos que
os próprios recuperam e desenvolvem, partindo do saber-fazer
tradicional para atingir a contemporaneidade e versatilidade do
tempo atual.
A esta sonoridade juntam-se as vozes, em língua mirandesa, que
contribuem para um ambiente sonoro que transporta o público para
uma viagem por um tempo remoto repleto de atualidade.
Galandum Galundaina conta no seu percurso com participações am
alguns dos mais importantes festivais da World Music em Portugal,
Espanha, França, Macau, Brasil, México, Malásia, Itália, Bélgica,
Marrocos, Cuba, Cabo Verde e Alemanha, tendo feito colaborações
com artistas como Sérgio Godinho, Clã, Rao Kyao, Uxía, Roberto Leal,
Paco Díez, Vitorino, Zeca Medeiros, Sebastião Antunes, entre outros.

Galandum Galundaina

Galandum Galundaina é um projeto de referência na música de raiz
tradicional portuguesa que leva a Terra de Miranda a todo o mundo.
Partindo do vasto património musical mirandês, o grupo consegue
uma sonoridade única através da singularidade dos instrumentos que
os próprios recuperam e desenvolvem, partindo do saber-fazer
tradicional para atingir a contemporaneidade e versatilidade do
tempo atual.
A esta sonoridade juntam-se as vozes, em língua mirandesa, que
contribuem para um ambiente sonoro que transporta o público para
uma viagem por um tempo remoto repleto de atualidade.
Galandum Galundaina conta no seu percurso com participações am
alguns dos mais importantes festivais da World Music em Portugal,
Espanha, França, Macau, Brasil, México, Malásia, Itália, Bélgica,
Marrocos, Cuba, Cabo Verde e Alemanha, tendo feito colaborações
com artistas como Sérgio Godinho, Clã, Rao Kyao, Uxía, Roberto Leal,
Paco Díez, Vitorino, Zeca Medeiros, Sebastião Antunes, entre outros.

A Cantadeira c/ Fio à Meada e Rita Nóvoa

A Cantadeira é Joana Negrão, cantautora que cruza tradição e contemporaneidade com voz, adufe e gaita-de-fole. Foi vocalista dos Dazkarieh e atualmente de Seiva. Editou como A Cantadeira o seu primeiro disco “Tecelã” (Disco Antena 1, 2024) e foi convidada para o Festival da Canção 2025. Ao todo já gravou 10 álbuns e tem-se dedicado a revitalizar a música tradicional portuguesa com uma expressividade única e quase ritualística. Para este concerto convida as Fio à Meada, grupo vocal que canta e reinterpreta a música tradicional portuguesa num diálogo entre as vozes polifónicas e o adufe e Rita Nóvoa, a também percussionista de Seiva.

A Cantadeira c/ Fio à Meada e Rita Nóvoa

A Cantadeira é Joana Negrão, cantautora que cruza tradição e contemporaneidade com voz, adufe e gaita-de-fole. Foi vocalista dos Dazkarieh e atualmente de Seiva. Editou como A Cantadeira o seu primeiro disco “Tecelã” (Disco Antena 1, 2024) e foi convidada para o Festival da Canção 2025. Ao todo já gravou 10 álbuns e tem-se dedicado a revitalizar a música tradicional portuguesa com uma expressividade única e quase ritualística. Para este concerto convida as Fio à Meada, grupo vocal que canta e reinterpreta a música tradicional portuguesa num diálogo entre as vozes polifónicas e o adufe e Rita Nóvoa, a também percussionista de Seiva.

Orquestra de Foles

A Orquestra de Foles tem-se dedicado à reinvenção de temas tradicionais, recolhidos de antigos tocadores de gaita-de-foles de Norte a Sul do país. O seu trabalho mais recente é o disco “Ronda da Noite” (2024) que sucede ao disco homónimo de 2015.
A Orquestra de Foles tem participado em vários eventos culturais tanto nacionais como internacionais, levando a sua “sinfonia de foles, ponteiros, roncos, peles e aros” a um público alargado. A sua proposta musical é a de aliar o rigor de uma orquestra com a irreverência dos gaiteiros, oferecendo um espetáculo vibrante e inovador.

Orquestra de Foles

A Orquestra de Foles tem-se dedicado à reinvenção de temas tradicionais, recolhidos de antigos tocadores de gaita-de-foles de Norte a Sul do país. O seu trabalho mais recente é o disco “Ronda da Noite” (2024) que sucede ao disco homónimo de 2015.
A Orquestra de Foles tem participado em vários eventos culturais tanto nacionais como internacionais, levando a sua “sinfonia de foles, ponteiros, roncos, peles e aros” a um público alargado. A sua proposta musical é a de aliar o rigor de uma orquestra com a irreverência dos gaiteiros, oferecendo um espetáculo vibrante e inovador.

Los 300

O trio Los 300 é um projeto criativo nascido em 2013 em Granada, formado por Manuel Collados (guitarra, baixo e voz), Zeque Olmo (percussão e teclado) e Jimi García (sopros e electropad). Através de sua maestria em looping, estes multi-instrumentistas constroem as suas músicas no palco de uma forma que cria no público a sensação de estar diante de uma banda com muito mais integrantes.
Os três músicos também fazem parte do grupo Eskorzo e têm mais de 25 anos de carreira musical. Em 2013, decidiram embarcar neste projeto artístico paralelo para continuar a explorar sons diversos e ilimitados, dominados pelo jazz, black music, ritmos latinos e eletrónica orgânica. Já lançaram o seu primeiro LP, “The Monkey Howler Times” (Agência Ennegro). Com as apresentações ao vivo deste álbum de estreia, percorreram toda a Península Ibérica e atuaram em festivais como o Weekend Beach, Zaidín Rock, Imagina Funk e Sonidos Líquidos. Têm uma encenação surpreendente e até educativa, já que explicam como criaram a sua “onda sonora” peculiar. Andaram pela estrada até 2017, altura em que lançam o seu segundo álbum: “The Fighting Kangaroo” (lançado pela Rootsound Music), através do qual se consolidaram na cena musical independente espanhola, com o apoio de meios de comunicação como a Rádio 3, Mondosonoro ou Gladys Palmera.

Los 300

O trio Los 300 é um projeto criativo nascido em 2013 em Granada, formado por Manuel Collados (guitarra, baixo e voz), Zeque Olmo (percussão e teclado) e Jimi García (sopros e electropad). Através de sua maestria em looping, estes multi-instrumentistas constroem as suas músicas no palco de uma forma que cria no público a sensação de estar diante de uma banda com muito mais integrantes.
Os três músicos também fazem parte do grupo Eskorzo e têm mais de 25 anos de carreira musical. Em 2013, decidiram embarcar neste projeto artístico paralelo para continuar a explorar sons diversos e ilimitados, dominados pelo jazz, black music, ritmos latinos e eletrónica orgânica. Já lançaram o seu primeiro LP, “The Monkey Howler Times” (Agência Ennegro). Com as apresentações ao vivo deste álbum de estreia, percorreram toda a Península Ibérica e atuaram em festivais como o Weekend Beach, Zaidín Rock, Imagina Funk e Sonidos Líquidos. Têm uma encenação surpreendente e até educativa, já que explicam como criaram a sua “onda sonora” peculiar. Andaram pela estrada até 2017, altura em que lançam o seu segundo álbum: “The Fighting Kangaroo” (lançado pela Rootsound Music), através do qual se consolidaram na cena musical independente espanhola, com o apoio de meios de comunicação como a Rádio 3, Mondosonoro ou Gladys Palmera.

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