concertos

palco serra

Edição 2026 disponível em breve.

Serigosa

Serigosa é um projeto musical que funde os cantos tradicionais da Península Ibérica com sonoridades pop e eletrónicas. É através de um discurso feminino, que leva o poder ancestral das mulheres à atualidade e faz uma viagem no tempo, recuperando canções tradicionalmente cantadas por mulheres em todo o território.

Urze de Lume

A memória viva do imaginário ancestral português por Ricardo Brito, Tiago Araújo, Gonçalo do Carmo e Hugo Araújo, com um repertório que transmite a alma sobrevivente, de uma era em que homem e natureza caminhavam lado a lado, com o respeito pela terra, pelo oculto, e pela sua origem.

Há mais de uma década que marcam presença em Portugal e Europa, como novo movimento que abraça a espiritualidade e as tradições atávicas, não apenas como pontos de partida mas também como diretrizes fundamentais nas suas incursões folk, onde pontificam sobretudo instrumentos étnicos da Península Ibérica, entre os quais o rabel, a gaita transmontana, a viola campaniça e as percussões tradicionais.

UXU KALHUS

É com muito entusiasmo que UXU KALHUS, apresentam o álbum “UXU Kalhus, 25 anos da revolta ao enleio“, o qual tem o apoio da Antena1 e com o qual sobem ao palco em 2025 para celebrar um quarto de século de existência e outros tantos de dedicação à reinvenção da música tradicional portuguesa.

Um universo emblemático na reinvenção da música que contempla a fusão de instrumentos acústicos e elétricos em diálogos improváveis e cruza estilos e influências na hora de fazer arranjos para temas do cancioneiro português e/ou na composição de música original. Ao longo destes 25 anos, UXU KALHUS criaram um legado inesquecível de amizades construídas ao longo de largas centenas de concertos por todo o país, Europa e Ásia.
Conhecidos pela capacidade de fundir a tradição com o contemporâneo, UXU KALHUS têm desafiado fronteiras musicais, trazendo novas cores e sonoridades à nossa música de tradição.

Preparam-se para um concerto inesquecível num belo encontro entre o passado e o futuro, onde o folclore e as raízes profundas da nossa cultura se encontram com ritmos modernos e arranjos ousados.

Um espetáculo repleto de emoção, nostalgia e inovação!

Momi Maiga

Momi Maiga,
com apenas 26 anos, destaca-se como um virtuoso do seu instrumento (a kora), um cantor e compositor autodidata com uma notável sensibilidade musical.
Nas suas composições, funde jazz étnico, flamenco e vislumbres de música clássica europeia. Canta principalmente em mandinga e wolof, abordando questões importantes do nosso tempo através da música.
Criado na região de Casamance, no sul do Senegal, no meio da rica herança musical da África Ocidental, Momi Maiga é oriundo da conceituada família de músicos Cissokho, e foi criado nas suas ricas tradições musicais.
O seu legado artístico, seguindo a herança ancestral dos griots, liga-o profundamente às tradições do povo Mandé e ao seu repertório. Aos seis anos de idade começou a tocar kora, um dos instrumentos mais venerados da região.
Duas décadas depois, agora radicado em Girona, Espanha, Maiga destacou-se como cantor, instrumentista versátil, líder de banda e compositor corajoso e talentoso, fazendo o seu nome em Espanha, Bélgica e França. No final de 2022, Momi lançou o seu álbum de estreia, “Nio”, que o levou a realizar mais de 70 concertos com o seu quarteto, incluindo 30 internacionais em cidades de França, Bélgica, Holanda, Alemanha e Suíça.
Em outubro de 2024, apresentou o seu segundo álbum, “Kairo”, cujo título significa “paz” em mandinka, a sua língua nativa. Momi continua a colaborar com a sua talentosa equipa de músicos, que inclui o percussionista catalão Aleix Tobias Sabater, o violoncelista Marçal Ayats e o violinista mexicano Carlos Montfort. Estes músicos partilharam o palco com artistas espanhóis de renome como Marco Mezquida e Silvia Pérez Cruz, com quem o artista também colaborou.

Miguel Quitério

Miguel Quitério,
músico, intérprete e formador na área da música tradicional, com um percurso centrado na melodia enquanto linguagem viva entre culturas, afirmando-se como lugar de encontro, memória e criação permanente.

Neste espetáculo, apresenta um repertório que combina canções originais, poesia portuguesa musicada e a energia vibrante das melodias tradicionais galegas, irlandesas e portuguesas. A gaita de foles e o canto assumem-se como eixo central da sonoridade, conduzindo uma narrativa onde o ritmo, a força e a leveza se entrelaçam. Em palco, é acompanhado por Quiné Teles nas percussões e Marco Silva nos cordofones, contribuindo para ampliar a riqueza tímbrica e a dinâmica do concerto.

Nele, ecoam ideias de união e de futuro, numa viagem que aponta para novos caminhos — onde a música se afirma como lugar de esperança e transformação.

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